Entregador que não conseguiu entregar e passou os pacotes para a tropa.
Enquanto ninguém assumir, o pacote está parado.
Simulador ligado
Pontos de coleta
Onde o entregador deixa o pacote quando não consegue entregar.
O aplicativo mostra o mais PERTO que estiver ABERTO na hora.
Sem nenhum ponto aberto por perto, a tela dele cai na opção de passar o
pacote para outro entregador — então cadastrar aqui é o que faz essa
saída existir.
Cadastrar um ponto
A coordenada não se digita: o botão Procurar no mapa acha a
casa pelo endereço, igual ao aplicativo. Ponto sem coordenada nunca apareceria
para o entregador — por isso o cadastro só libera depois de achar.
Acompanhar
A Central de Operações é o agora, minuto a minuto, com mapa —
é o painel da empresa que entrega. A Visão TamoJunto é o movimento geral,
por região, medido em dias — é o painel do dono.
Se o motor de rota cair, nenhuma corrida é ofertada — e isso é
proposital: sem distância de rua não dá para calcular o que pagar.
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Os dois vigias da frota
Medido a cada semana: se a distribuição está virando fila,
e se o prazo está obrigando alguém a correr. Os dois olham para
a nossa operação, nunca para o entregador.
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Quanto se paga pela corrida
O valor total é o que a empresa recebe pela entrega.
O valor do entregador é quanto vai para quem leva o pacote.
A conta usa distância de rua, nunca linha reta.
O mínimo existe porque sair de casa, achar o endereço e entregar
custa o mesmo trabalho numa corrida de 400 m ou de 4 km.
Tarifa publicada não se altera — publica-se uma versão nova, e a
antiga fica no histórico com a data e quem publicou. É o que prova que o preço
não foi mexido no escuro.
Preço fechado por distância: a corrida custa o mesmo dentro da
faixa, não importa se andou 7 ou 9 km. Cada linha diz até quantos quilômetros vale.
Ex.: um raio de 8 km entra como até 9 km — a faixa
cobre a sobra do caminho, porque a distância de rua é sempre maior que o raio no mapa.
Publicar aqui cria uma versão nova — e a versão nova é a que vale.
O preço por quilômetro anterior para de valer sozinho, sem apagar nada do histórico.
Pontos para trocar
O entregador junta pontos por quilômetro rodado e troca por
produtos. Nasce desligado.
Programa ligado
Por que existe um máximo por dia. Quilômetro rodado é hora em
cima da moto. Prêmio por volume premia quem fica mais tempo na rua, e cansaço é o
que produz acidente. Com o teto, o prêmio continua e o incentivo a virar a noite
não. Você pode aumentar — só não quis que fosse por descuido.
Aprendizado de rota
O que o sistema aprendeu com quem está na rua, nas últimas 24 horas.
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O sistema nunca promove um caminho sozinho: ele pergunta a quem fez o
desvio. Três pessoas diferentes confirmam para uma rota aparecer, e um aviso
de perigo faz sumir.
Como a oferta chega no entregador
Quantas pessoas recebem a mesma corrida ao mesmo tempo, e quantos segundos
ela fica na tela de cada uma.
Com 1 por vez não existe disputa: cada pessoa tem a
janela inteira só para ela, e quando fecha passa para a próxima. Subir para 2 ou 3 faz a
mesma corrida ir para várias pessoas juntas — quem apertar primeiro leva, e os outros veem
"outro pegou".
Modalidades de corrida
Flex e Turbo vêm de fábrica, porque o Mercado Livre manda pedido nesses dois
tipos. As outras você cria aqui. Em cada uma dá para pôr filtros de quem pode receber.
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Grupos de entregador
Servem para o filtro "bloquear para um grupo" — o filtro na mão, para quando
a regra não cabe em conta nenhuma.
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Regra de condução
As duas réguas do filtro "entregas sem excesso de velocidade". A conta é
velocidade — distância que a pessoa realmente percorreu dividida pelo tempo — e não tempo
contra o previsto. Assim quem pega um caminho melhor e chega antes não é punido.
Média sozinha engana: dá para fazer 28 de média e ter voado 90 num trecho,
parado no resto. Por isso o pico conta separado. E o mínimo de entregas existe porque
reprovar alguém por duas corridas é reprovar por acaso.
Simulador de Mercado Livre
Liga o simulador no painel de cada empresa de entrega. Com ele ligado,
chegam pedidos de mentira no aplicativo do entregador — dá para testar na rua, de moto,
sem venda de verdade e sem comprador esperando.
Quando você desliga, ninguém mais tem acesso até você ligar de novo.
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Entrega de treino não manda baixa para o Mercado Livre, não gera pagamento
e não rende ponto. Isso não depende de ninguém lembrar: o banco recusa.
Quem entra no painel
Entrar com o Google prova quem a pessoa é — não prova que ela tem o
que fazer aqui dentro. Só entra no painel quem está nesta lista; qualquer outro e-mail
para na porta com o recado de que o acesso não foi liberado.
A pessoa precisa entrar uma vez pelo Google para existir o cadastro; depois disso
você autoriza aqui. Tirar a autorização não apaga ninguém: encerra o acesso e o
histórico fica.
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Autorizar um e-mail
Quem paga um plano entra por aqui sozinho, sem você mexer — a autorização
por pagamento está sendo construída. Esta tela continua valendo para os convites da casa.
Painéis de região
Cada praça é um território: o estado é o painel de cima, o
município pende dele. Quem cria estado é o painel master. O coordenador do estado
cria os municípios dele — mas só depois que o master liberar a chave daquele
estado. A chave nasce desligada de propósito: o que nasce ligado, ninguém percebe que
estava ligado.
Painel não se apaga, se encerra — o histórico de quem coordenou o quê é prova de
contrato, e prova não se joga fora. Encerrar o estado encerra os municípios dele.
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Movimentação
Quantas entregas cada praça fez nos últimos 30 dias e quanto a casa tem a
receber pela regra da franquia — R$ 0,50 por entrega direta e R$ 0,15 por
entrega de transportadora, pelo tipo do cadastro da empresa. O que o franqueado cobra do
cliente dele é dele: aqui só aparece o que ele paga para a casa.
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Preço da praça
Cada praça tem o preço dela. O município publica e o estado
aprova — enquanto não aprovar, não vale, e o preço que valia continua valendo.
Preço aprovado não se altera: publica-se versão nova, para nunca haver preço mudando
no escuro.
Abrir um painel
IDs do rádio PX
O ID é o endereço da pessoa no rádio — é ele que os amigos digitam pra
chamar. Não é o telefone, de propósito: telefone já anda solto no mundo e é com
ele que se tenta golpe; o ID só existe aqui dentro e, se vazar, troca-se.
O cadastro que sustenta um ID é nome e CPF — celular troca de número, CPF não.
Cada cadastro tem direito a um ID. O segundo só sai com DDD de outro
estado, e a cota maior é exceção com motivo escrito. CPF e celular aparecem mascarados: dá pra saber quem é sem a tela virar uma lista
de documento pronta pra copiar.
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Criar ID por nome e CPF
É por aqui que sai um ID reservado — @tamojuntoapp e companhia,
que nenhum usuário consegue registrar sozinho, nem abreviado, nem trocando o traço.
O cadastro é nome e CPF. Celular não entra: ele troca de número, e o CPF não.
O campo do celular só serve para quem vai querer um segundo ID — é o DDD dele
que prova o outro estado. Sem celular, a pessoa tem um ID.
Dar ou tirar cota
Baixar a cota de quem já usou mais IDs do que a nova é recusado pelo banco —
apague um ID daquela pessoa antes.